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brasao da Paraíba

O Brasão da Paraíba foi oficializado pelo Presidente da Província da Paraíba, Castro Pinto (1912-1915). Ele é usado como timbre nos papéis oficiais. Observando-se seu desenho, vê-se que é formado por três ângulos na parte superior e um na parte inferior. Contém estrelas, que respeitam a divisão administrativa do Estado. No alto, uma estrela maior, com cinco pontas e um círculo central, onde se vê um barrete frígio significando liberdade.

No interior do escudo, há duas paisagens: um homem guiando o rebanho (sertão) e o sol nascente (litoral). Circundando-o, encontra-se uma ramagem de cana-de-açucar à esquerda, e à direita, uma de algodão. As duas ramagens são presas por um laço, em cujas faixas está inscrita a data de fundação da Paraíba: 5 de agosto de 1585.

Hino

Letra de:
Francisco Aurélio de Figueiredo e Melo (1856-1916)

Música de:
Abdon Felinto Milanez (1858-1927)

Apresentado pela 1ª vez em 30/06/1905




Salve, berço do heroísmo, Paraíba, terra amada, Via-Láctea do civismo Sob o Céu do Amor traçada!

No famoso diadema Que da Pátria a fronte aclara Pode haver mais ampla gema: Não há Pérola mais rara!

Quando repelindo o assalto Do estrangeiro, combatias, Teu valor brilhou tão alto Que uma Estrela-parecias!

Tens um passado de glória, Tens um presente sem jaça: Do Porvir canta a vitória E, ao teu gesto-a Luz se faça!

Salve, ó berço do heroísmo, Paraíba, terra amada, Via-Láctea do civismo Sob o Céu do Amor traçada!

bandeira da Paraíba

Bandeira

A bandeira da Paraíba foi adotada pela Aliança Liberal em 25 de setembro de 1930, por meio da Lei nº 704, no lugar de uma antiga bandeira do Estado, que vigorou durante quinze anos (de 1907 a 1922). A bandeira como conhecemos atualmente foi idealizada nas cores vermelha e preta: o vermelho representa a cor da Aliança Liberal, e o preto, o luto que se apossou da Paraíba com a morte de João Pessoa, presidente do Estado em 1929 e vice-presidente do Brasil em 1930, ao lado do presidente Getúlio Vargas.

A palavra "Nego" que figura na bandeira é a conjugação do verbo "negar" no presente do indicativo da primeira pessoa do singular (era ainda utilizado com acento agudo na letra "e", isto quando foi adotada a bandeira em 1930), remetendo à não-aceitação, por parte de João Pessoa, do sucessor indicado pelo então presidente do Brasil, Washington Luís. Posteriormente, em 26 de julho de 1965, a bandeira rubro-negra foi oficializada pelo governador do Estado, Pedro Moreno Gondim, pelo Decreto nº 3.919, como "Bandeira do Négo" (ainda com acento agudo na letra "e"), em vigor até os dias atuais. O preto ocupa um terço da bandeira; o vermelho, dois terços.