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Um Por Todos e Todos Por Elas

Foto: internet
O Dia Internacional da Mulher foi criado quando cerca de 130 operadoras morreram durante um incêndio em uma fábrica de tecidos, localizada em Nova York. Haviam ocupado a fábrica para realizar uma grande greve onde pediam por melhores condições de trabalho em diversos aspectos. 

Em ato de barbárie, as operárias foram trancadas dentro da fábrica e incendiadas, comprovando a brutal violência com que costumavam ser tratadas.

Na política, as mulheres brasileiras ganharam o direito opcional ao voto em 1932, passando a ser obrigatório em 1946. Apesar de sermos maioria dos eleitores, ocupamos a mínima parte dos cargos políticos.

Percebendo no crescimento sustentável da sociedade e desenvolvimento para homens, mulheres e crianças, a ONU iniciou campanha na corrida pela igualdade de direitos para mulheres. Lançou em 2010 "Os Princípios de Empoderamento das Mulheres" (Women Empowerment Principles - WEPs), sendo formado por dez princípios em apoio às empresas e comunidades para que entendam como desenvolver as mulheres.

Conheça os sete Princípios de Empoderamento das Mulheres:

1. Estabelecer liderança corporativa sensível à igualdade de gênero, no mais alto nível. Caso você trabalhe como líder é seu papel promover, apoiar e fortalecer mais e mais mulheres em cargos mais de sempre crescentes.

2. Tratar todas as mulheres e homens de forma justa no trabalho, respeitando e apoiando os direitos humanos e a não-discriminação. Pagando salários iguais aos dos homens, garantindo boas práticas no ambiente de trabalho, além de ações políticas que estejam livres de discriminação com base em gênero.

3. Garantir a saúde, segurança e bem-estar de todas as mulheres e homens que trabalham na empresa. Zero de tolerância diante de práticas de violência ou abuso no trabalho, lembrando que o assédio moral e sexual fazem parte deste rol.

4. Promover educação, capacitação e desenvolvimento profissional para as mulheres. Além de abrir frente de trabalho em áreas não convencionais para mulheres, estimular a promoção em níveis onde o negócios de fato acontece.

5. Apoiar empreendedorismo de mulheres e promover políticas de empoderamento das mulheres através das cadeias de suprimentos e marketing. Estimular o crescimento ao contratar empresas geridas e fundadas por mulheres. Importante também respeitar a dignidade feminina em ações de marketing e todas as formas de comunicação interna e externa da empresa.

6. Promover a igualdade de gênero através de iniciativas voltadas à comunidade e ao ativismo social. Garantir a inclusão e o reconhecimento da liderança feminina.

7. Medir, documentar e publicar os progressos da empresa na promoção da igualdade de gênero. Reconhecer publicamente as ações de implantação da igualdade de gênero, permitindo que outras empresas aprendam e se inspirem ao perceberem ações que promovem a igualdade de gênero.

O PENUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento coordena as ações que ocorrem pelo mundo bem como as nacionais. Toma como base a inclusão da igualdade de gênero e o empoderamento feminino como ações para a redução da pobreza, construção de governabilidade democrática, prevenção de crimes e desenvolvimento de sociedade sustentável.

Dando voz ativa às mulheres, elas podem participar em igualdade com homens nos diálogos políticos e tomadas de decisões, influenciando os rumos determinantes para o futuro de suas famílias e nação.

Por tudo, vale entendermos de onde todo esse raciocínio surgiu para percebermos para onde estamos nos guiando. Lembrando que a valorização das mulheres implica em manter os direitos conquistados pelos homens, além de estimulá-los ao crescimento constante.

Agora que você já está plenamente consciente sobre o brevíssimo resumo aqui trazido, o que irá fazer? 

Seja voz ativa no desenvolvimento da nossa sociedade.


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Israella Ramalho

Israella Ramalho

Israela Ramalho é apaixonada por gestão de empresas e de pessoas. É empresária, master coach, treinadora comportamental, oradora em palestras e eventos, professora em pós-graduação e uma eterna curiosa. Fundadora do Instituto Ampliatino e assessora de negócios na associação Fórum das Mulheres de Negócios.