Linguagem

Educação financeira Ver mais

Finanças pessoais e investimentos

Rápidas sacadas

Foto: internet
Funciona de verdade

Essa semana, ganhei do meu amigo Gui Nery, um dos maiores especialistas em marketing digital do Brasil, “O livro negro do empreendedor”. Mas eu não vim falar do livro, mas sim sobre o motivo pelo qual eu o ganhei.

O Gui é de BH e há algumas semanas veio à Fortaleza ministrar algumas palestras. Antes dele voltar para Minas, dei-lhe “O toque de Midas” de presente. Depois de um “Muito obrigado!”, a primeira coisa que ele disse foi: “Cara, tenho um livro que você vai adorar!

Assim que chegar em BH, eu mando para você!”. Dito e feito!

Por que eu estou te contando tudo isso? Simples! Essa troca de livros que ocorreu entre a gente demonstra um dos gatilhos mentais mais poderosos e eficazes que existem no marketing, o gatilho da reciprocidade.

Ou seja, se alguém te dá alguma coisa, você se sente na obrigação de dar outra coisa para essa pessoa para “pagar a dívida”.

Como usar isso a seu favor?  

Ok! Legal, funciona! Mas como utilizar isso a seu favor? Simples: dê algo para o seu cliente para que ele possa retribuir a você.

Veja, quando eu falo de dar algo não quer dizer necessariamente algo material. Brindes e pequenos mimos são sempre bem-vindos, mas como eu sempre digo nas minhas palestras, o que o cliente mais quer é atenção.

E, tenha certeza, dar atenção é muito mais barato e gera mais resultado do que qualquer outra coisa que você dê a ele.

Quanto custa para o dono de um posto de combustível limpar o para-brisa do motorista?

Quase nada! Mas para o motorista esse pequeno gesto vale... e vale muito!

Ainda sobre se preocupar com o cliente

Depois de tanto tempo sem férias, no fim do ano, enfim terei meu merecido descanso. Já era hora! Irei passar um mês na Europa com a família, visitando Portugal, Espanha, Itália, França, Inglaterra e Alemanha.  

Por se tratarem de muitos países, resolvi fazer o que quase todo mundo da Geração Y faz nesses casos: procurar um site de hospedagem. Escolhi o Booking.com, um dos mais conhecidos e bem conceituados. A variedade de opções e praticidade oferecidos pelo site são fantásticos. Fiz minhas reservas sem grandes dificuldades.

Por razões de força maior, precisei fazer algumas alterações no roteiro e quando fui cancelar a reserva, eis que para minha surpresa, eu não podia! Ou melhor, podia, mas perderia o dinheiro.

Depois de 300 reclamações e tentativas de solução com o site e com os hotéis e nada solucionado, eis que me vi obrigado a entrar com uma ação no juizado especial contra ambos. Como a reserva foi cancelada dentro do prazo de 7 dias, o Código de Defesa do

Consumidor, no seu art.49 nos resguarda fazer o cancelamento sem nenhum ônus.

Isso sem falar que as reservas eram só para o fim de dezembro, ou seja, daqui a 3 meses.

Aí eu te pergunto, de que adianta entregar tanta praticidade para o cliente se na hora que ele precisa do mínimo de respeito e atenção a empresa vira as costas?

Pois é, não adianta! Lembre-se disso ao solucionar as demandas do seu cliente.

Aviso

Por razões editoriais, a coluna não pode ser publicada inteiramente neste veículo. Para ter acesso ao conteúdo completo, acesse invistafacil.com.

Autoria
  • Email

Samuel Magalhães

Samuel Magalhães

Samuel Magalhães é graduado em Administração pela UECE. É sócio-fundador do Invista Fácil, onde atua como consultor financeiro e palestrante sobre temas nas áreas de Finanças Pessoais e Investimentos, compartilhando seus dez anos de experiência na área.