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Reflexões humanas

O pensar e o não pensar

Foto: internet
O comodismo, provavelmente, é a causa principal que impede as pessoas de pensarem sobre tudo aquilo que faz parte de seu cotidiano. A distração é outra deficiência que tem papel importante nessa consideração. O fato de não pensar foi, e continua sendo, algo muito explorado no campo religioso. Os líderes sempre impuseram suas idéias e suas interpretações dos textos tidos como sagrados, impedindo que as pessoas raciocinem sobre aquilo que lhes é apresentado. 

E ai daquele que pensar contra. São considerados hereges ou são condenados a arder no fogo do dito inferno. A fé é o mais importante. Assim prometem coisas que, ao simples pensar, verifica-se que  aquilo não passa de falácia, contrariando inclusive a Justiça de Deus, que considera todos como seus filhos, igualmente irmanados.

Hoje, mais do que nunca, a mídia e as redes sociais nos oferecem as mais variadas notícias, muitas delas escondendo a verdade. Uma avalanche de mensagens cai sobre todos nós e, infelizmente, a maioria das pessoas acredita piamente naquilo tudo. 

Por comodismo e por distração, aceitam todo tipo de informação e, pior ainda, divulgam aquilo como se fosse a pura verdade. Os campos mais explorados são a violência e a situação política. Causam a todos uma total intranquilidade, pois as notícias são quase sempre, ruins. Urge que aprendamos a nos proteger, criando defesas mentais para enfrentar pensamentos de má índole. 

O pensar nos leva a filtrar as correntes negativas e assim não deixar que nosso dia-a-dia seja afetado. Conheço pessoas que ficam noites sem dormir por causa de uma ou outra notícia de violência ou escândalo. Algumas até passam o dia inteiro comentando isso ou aquilo, deixando de pensar em coisas úteis e agradáveis. A solução é simples: trocar o pensamento desagradável por um agradável. A vida, com certeza, irá melhorar. Pensar é preciso.

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Geraldo R.R. Costa

Geraldo R.R. Costa

Geraldo R.R. Costa é mineiro e mora em João Pessoa. Bacharel em Direito, é coronel reformado da Polícia Militar de Minas Gerais. Pertence à Fundação Logosófica - em Prol da Superação Humana - desde 1988. É vice-presidente da Associação dos Ostomizados da Paraíba. Escreveu vários artigos para o jornal A União e para o jornal da Associação dos Ostomizados do Estado de São Paulo, de circulação nacional.