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Sula Miranda

"Com o lançamento da linha de semijoias, da coleção de lingerie e com o projeto Pacam, consigo diversificar minha carreira empreendedora"

Cantora esteve em João Pessoa para lançar produtos e divulgar seu lado empresarial

Foto: Internet
 A “Rainha dos Caminhoneiros” mostra, agora, seu lado empreendedor. Sula Miranda, cantora de carreira consolidada em todo o País, esteve em João Pessoa  para um outro feito. Além de divulgar  seu mais novo single “Bitrem Desgovernado”, gravado pelo Radar Records, a artista está assinando uma coleção de semijoias. O evento reuniu mulheres da sociedade pessoense na última semana, que queriam conhecer a cantora e sua nova faceta.  A coleção, que utiliza pedras naturais paraibanas, foi estruturada pela designer paraibana Fátima Dantas.

Sula também vai lançar em breve sua linha de lingerie - sem costuras, com elegância e conforto, garantiu ela, em entrevista ao Paraíba Total. Além disso, ela também formatou um projeto social em prol da qualidade de vida dos caminhoneiros. "Com o lançamento da linha de semi-joias, da linha de lingerie e com o  projeto Pacam, ficou feliz e grata por diversificar minha carreira empreendedora", celebrou a cantora, que contou detalhes na entrevista que segue.

Qual foi o motivo da sua vinda à João Pessoa?

Na verdade são vários os motivos de estar aqui. Eu acabei de lançar um sigle de um trabalho, de uma música que se chama “Bitrem Desgovernado”, que vai fazer parte do meu primeiro DVD de carreira. Também estou lançando uma linha de semijóias que é toda confeccionada aqui na Paraíba, pela designer Fátima Dantas, de João Pessoa. Fizemos o lançamento em São Paulo, e agora, estamos fazendo o lançamento oficial aqui na Paraíba e em seguida iremos percorrer vários outros estados brasileiros.  

Por que investir no segmento de acessórios? E como foi o seu encontro com Fátima para concretiza-lo?

Na verdade, eu sempre trabalhei um pouco com isso. Anos antes de ser a Sula Miranda eu já havia trabalhado em uma joalheria, depois cheguei a lançar uma linha de joias cristãs em 2009 e, ou seja, de uma forma ou de outra, eu já me envolvia. Fátima me acompanha e se ofereceu para estar me vestindo com as semijoias e eu simplesmente amei o trabalho dela. Ela trabalha com pedras naturais, e então você tem um trabalho de qualidade e ao mesmo tempo preço para que meu público e as pessoas de um modo geral que gostem tenha acesso.

Como você participa dos negócios e do processo de criação das peças?

Há  uma participação direta. Ela tem muito bom gosto e eu vou dando toques como por exemplo agora que vai estar em alta o nave, com azul, branco e vermelho.  Como ela captou fácil a maneira de me vestir, aconteceu logo uma sinergia. E mesmo ela tendo os gostos pessoais dela, que prefere coisas maiores, enquanto eu gosto de coisas menores e menos chamativas, ela conseguiu pegar rápido e tudo fluiu bem.  E assim estamos juntas e eu estou muito feliz de está na Paraíba para fazer esse trabalho.

Como e onde serão encontradas as peças lanças por você?

Bom, teremos no site e também nas redes sociais. Também já estou preparando uma linha de lingerie. Eu já tive uma grife com 14 itens licenciados e 40 lojas no país, com moda country. Na época essa experiência e foi ótima, pois é comum as pessoas buscarem o que está na moda e o que outras estão usando e fazendo sucesso. No caso da lingerie também fluiu.

Como será sua linha de lingerie?

O nosso diferencial, vai ser acima de tudo conforto, pois será uma linha sem costura, claro que com beleza e sensualidade, mas também atingindo o público hoje da minha idade, ou seja, falaremos ao público de 40 anos acima. E claro aproveitar a empatia das mulheres que gostam da maneira como eu me visto. Com o lançamento da linha de semi-joias, da linha de lingerie e com o  projeto Pacam, ficou feliz e grata por diversificar minha carreira empreendedora.

Conte-nos sobre o Projeto Pacam?

Esse projeto significa Pontos de Apoio aos Caminhoneiros e consistirá em áreas de estacionamentos cercadas, iluminadas e com abastecimento, ou seja, com toda a infraestrutura de apoio, além de hotel, alimentação e lazer. Conforme a lei, pelas horas de descanso, eles precisam de um lugar assim, confortável e com toda a estrutura. Como eles passam muito tempo longe de casa e da família, isso seria lhe garantir uma dignidade, pois ele é um profissional de grande importância. É o caminhoneiro que traz o remédio, os alimentos, os livros dos nossos filhos.  

Como será a mecânica do projeto?

Nós somos hoje uma holding e já detectamos vários pontos no País em 35 locais estratégicos onde há mais fluxo. Ainda é pouco, mas será o começo. Já temos o apoio da iniciativa privada, de investidores que enxergaram a oportunidade desse negócio e a necessidade para o País, a exemplo de parceiros, como grandes concessionárias de rodovias. Para os empresários será uma oportunidade de negócios e para mim é a minha contribuição. Este é o meu legado.  Iremos produzir ainda um site para que as pessoas de um modo geral possam contribuir e nos apoiar nesse sentido.




Paraíba Total
Andréia Barros



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