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Programação de oficinas do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro começou nessa terça

A abertura oficial será apenas nesta quinta (28), mas o Aruanda já está no ar

Dois dias antes da abertura oficial do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, que acontece entre 28 deste mês e 4 de dezembro, teve início a sua programação de oficinas, com o curso prático “A Pós-Produção no Cinema Independente”, ministrado desde essa terça-feira (26) pelo cineasta Ely Marques. As aulas se encerram no dia da solenidade de abertura do evento, que contará com a participação especial da atriz Bárbara Paz e a exibição do documentário “Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou”, dirigido por ela, no Cinépolis Manaíra Shopping, em João Pessoa. A entrada é franca, em todos os dias.

A oficina de Ely Marques ocorre no Departamento de Mídias Digitais (Demid-UFPB), das 9h às 12h. Na sexta-feira (29), começam os debates e painéis do festival, no Auditório Intermares do Hotel Aram Beach & Convention e na Sala Vladimir Carvalho (Usina Cultural). A programação tem início com a série Diálogos Audiovisuais Aruanda/Energisa, às 9h, em um debate com o diretor e ator Guilherme Rodio, do curta-metragem de abertura “A Volta Para Casa”. Logo depois, o Diálogos II traz um debate com os homenageados José Bezerra (Caminhos e bifurcações da produção cinematográfica), Marcus Vilar (Documentarismo de resistência) e Ingrid Trigueiro (O ofício da representação). Os dois diálogos serão moderados por Amilton Pinheiro, curador e diretor artístico do Fest Aruanda. 

Às 11h, haverá o primeiro painel Aruanda/Cagepa: “A emergência das políticas de preservação e a criação da Cinemateca Paraibana Linduarte Noronha nos 100 anos do cinema paraibano”, com José Maria Pereira Lopes (TV Cultura-SP) e Marília Franco (ECA-USP), moderados por Lúcio Vilar, coordenador e produtor-executivo do Fest Aruanda. À tarde, a partir das 14h, José Maria Pereira Lopes dará início à oficina “Preservação de acervos audiovisuais e a importância da tecnologia na era digital”, que se encerra somente no dia 3.

A partir das 9h do sábado (30), no mesmo auditório do Hotel Aram, a série de Diálogos promoverá debates entre os diretores de curtas e longas-metragens exibidos na noite anterior, com moderação de Amilton Pinheiro. Às 10h, no Painel Aruanda-Cagepa, teremos “Arranjos regionais: a experiência do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais – convergências e prospecções de uma parceria a ser construída”, com César Piva, diretor-presidente da Agência de Desenvolvimento do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais (MG). A mesa contará com Maurício Burity (Fundação Cultural de João Pessoa), Damião Ramos Cavalcanti (Secretaria de Estado da Cultura), Ely Marques e Abraão Bahia (Fórum do Audiovisual Paraibano), e Carine Fiúza e Cristiane Fragoso (União das Mulheres do Audiovisual).

Na segunda-feira (2), seguem os debates com os diretores dos curtas e longas exibidos no sábado e no domingo – mas, neste dia, eles acontecerão na Sala Vladimir Carvalho, na Usina Cultural Energisa, a partir das 9h, com moderação de Amilton Pinheiro e Maria do Rosário Caetano.

Últimos dias – Na terça (3) e na quarta-feira (4), os debates com os diretores dos curtas e longas exibidos na noite anterior voltam ao Hotel Aram – desta vez, no Auditório Cabo Branco – com a moderação de Amilton Pinheiro e Maria do Rosário Caetano, a partir das 9h. 

Na quarta, às 11h, no mesmo local, Maria do Rosário media um diálogo entre o ator e cantor Flávio Bauraqui (A luta corporal de um ator negro no Brasil) e o cineasta, produtor, roteirista e escritor João Batista de Andrade (Um cinema de urgência e reflexão, entre a ficção e o real). Ao meio-dia, no Painel Aruanda/Cagepa, o tema será “Mulheres por trás das câmeras – A produção paraibana revisitada”, cuja mesa contará com Luísa Lusvarghi, Ana Bárbara, Vânia Perazzo, Ana Isaura, Cristiane Fragoso e Virgínia Oliveira Silva, moderadas por Caroline Oliveira.

A série Diálogos Audiovisuais se encerrará na quinta-feira (5), com um debate sobre do filme que fecha o 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, “O barato de Iacanga” (2019), documentário dirigido por Thiago Mattar sobre o lendário Festival de Águas Claras. Moderado por Maria do Rosário Caetano, o debate terá, na mesa, a compositora Glorinha Gadelha, o cineasta Thiago Mattar, o crítico musical Jotabê Medeiros e o jornalista Sílvio Osias.

100 Anos – O Fest Aruanda celebra o centenário do cinema paraibano, cujo marco são as primeiras atividades cinematográficas realizadas na Paraíba, em 1919, pelo cineasta Walfredo Rodriguez. Para homenagear o documentarista, o festival instituiu o Troféu Walfredo Rodriguez, para personalidades que contribuíram para a história do cinema paraibano. O evento tem patrocínio da Energisa (Usina Cultural), da Cagepa e do Armazém Paraíba – tudo via Lei Federal de Incentivos, do Ministério da Cidadania.

Serviço

14° Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro 

Programação de oficinas, painéis e debates

Data: 26/11 a 05/12/19

Horário: das 9h às 17h

Local: Hotel Aram Beach & Convention e Sala Vladimir Carvalho, na Usina Cultural Energisa – João Pessoa-PB




Assessoria