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Escolas privadas completam um mês da retomada das aulas no sistema EaD, em João Pessoa

Colégios e escolas de idiomas utilizam plataformas online para continuar ano letivo

Foto: divulgação
Diante de um cenário de incerteza sobre a retomada da rotina devido a pandemia do Covid-19, colégios particulares e escolas de idiomas completam um mês da retomada das aulas por meio do ensino a distância (EaD), após um período de férias antecipadas.

Através de plataformas online, as escolas estão seguindo com o conteúdo programado para o ano letivo. É o caso do ISO Colégio e Cursos, que desenvolveu uma metodologia própria e vem apresentando o conteúdo de forma dinâmica para que os alunos tenham melhor absorção dos assuntos, além de manter o calendário escolar em dia.

Para isso, os professores estão usando a criatividade para tornar as aulas atrativas e interessantes, principalmente para as crianças menores, a partir do 1° ano do ensino fundamental.

As escolas de idiomas também estão com aulas online. O Yázigi Ruy Carneiro retomou as aulas no sistema EaD, no mesmo horário e com os mesmos professores de cada turma, em uma plataforma exclusiva da rede, que permite abordar todas as características que fazem as aulas, aliando aprendizado e diversão.

“A plataforma é muito próxima da nossa sala de aula real. Além do tradicional recurso de compartilhamento da tela dos professores, ela possui um quadro branco virtual, onde os alunos podem escrever e desenhar, seguindo as instruções dos professores, como se estivessem na sala de aula presencial”, comenta Gustavo Sousa, diretor da escola de idiomas.

Um outro diferencial é que os professores podem dividir os alunos em grupos, para chats em áudio ou vídeo, aumentando a interação entre eles, da mesma forma que é feito na sala de aula, além de permitir que os estudantes utilizarem seus próprios arquivos (PDF ou Power Point, por exemplo) em atividades avaliativas, como se fosse a apresentação de um trabalho em sala. “Os professores têm acesso a cada grupo, e assim podem analisar a produção dos alunos e corrigir erros gramaticais ou de pronúncia, por exemplo”, explica o diretor.




Assessoria