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Semana do combate à Cefaleia

Especialista ressalta importância de hábitos saudáveis para reduzir intensidade das dores de cabeça

Fernanda Reis, neurologista da Unimed João Pessoa, comenta causas das dores e dá dicas para diminuir a frequência de crises

Foto: divulgação
Atividades físicas, higiene adequada do sono e postura correta no uso de eletrônicos podem ser eficientes no combate à intensidade da cefaleia, termo médico utilizado para diagnosticar a conhecida “dor de cabeça”. Celebrado no dia 19 de maio, o Dia Nacional de Combate à Cefaleia chama a atenção da sociedade para a importância do tratamento precoce e adequado para reduzir a frequência e intensidade das dores. Segundo a neurologista Fernanda Reis, médica cooperada da Unimed João Pessoa, a cefaleia é a queixa mais frequente em consultório de neurologia e em pronto atendimentos. “As causas e os tipos são vários, porém, os mais comuns são a cefaleia tensionar, causada pelo estresse prolongado e a contratura muscular, e a enxaqueca, que ainda não tem causa definida”, detalha a médica. 

De acordo com a Sociedade Brasileira de Neurologia (ABN), mais de 90% da população do país já passou por esta experiência. Segundo a neurologista, hábitos saudáveis podem minimizar o impacto ou mesmo evitar algumas dores de cabeça. “Caminhadas, aulas de dança, natação, alongamento e pilates são atividades que não exigem tanto esforço do corpo e podem diminuir consideravelmente os episódios de cefaleia, que podem durar de 4 a 72 horas”, afirma.

Evitar o consumo excessivo de álcool e cigarro, prezar pela higiene do sono e postura também são fundamentais para melhorar a qualidade de vida. “A má posição do corpo aumenta a tensão em regiões como costas, pescoço e ombros, e pode desencadear crises de enxaqueca. Além disso, observar se as cadeiras e mesas usadas por longos períodos estão adequadas à altura e posições da cabeça e dos braços”, explica a médica, que pontua o sono como fator fundamental. “Evitar dormir pouco ou também demais, é importante, pois repercute negativamente no cérebro. Priorizar o sono e estabelecer uma rotina que o valorize, normalmente com um sono de seis a oito horas por dia, é extremamente necessário”, afirma.

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