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Ibovespa tem queda próxima a 1% em dia de temor por 2ª onda e bateria de resultados

O Ibovespa opera em queda nesta quinta-feira (12). Apesar do avanço no desenvolvimento de vacinas, que levou a uma forte alta dos principais índices mundiais durante a semana, o menor otimismo da sessão tem a ver com o aumento nos casos de coronavírus nos Estados Unidos, que enfrentam a segunda onda da pandemia.

As hospitalizações pela doença saltaram 10% em cinco dias na maior economia do mundo. A Europa também registra um forte aumento no número de casos, o que reforça expectativas de que as restrições à circulação continuarão.

Hoje também é dia de uma bateria de 30 resultados corporativos do terceiro trimestre, incluindo Eletrobras (ELET6) e Marfrig (MRFG3) que já foram divulgados, e B3 (B3SA3), que sai após o fechamento.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), liberou a retomada dos estudos com a vacina chinesa contra a Covid-19, a Coronavac.

Ainda sobre vacinas, na quarta-feira à noite, a farmacêutica Moderna anunciou que os testes de fase três haviam acumulado casos o suficiente de contaminação pelo coronavírus para enviar os resultados preliminares a uma junta independente de monitoramento.

Os investidores ficam atentos ainda às falas de presidentes de autoridades monetárias. O chairman do Federal Reserve, Jerome Powell, a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, e o presidente do banco central da Inglaterra, Andrew Bailey, discursam em fórum online às discursa às 13h45 (horário de Brasília).

Às 12h41, o Ibovespa caía 0,84%, aos 103.933 pontos.

Enquanto isso, o dólar comercial tem leve variação negativa de 0,07% a R$ 5,411 na compra e a R$ 5,412 na venda. O dólar futuro com vencimento em dezembro registrava alta de 0,5%, a R$ 5,421.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 cai quatro pontos-base a 3,35%, o DI para janeiro de 2023 tem queda de cinco pontos-base a 4,90%, o DI para janeiro de 2025 recua três pontos-base a 6,64% e o DI para janeiro de 2027 registra variação negativa de dois pontos-base a 7,44%.

Entre os indicadores, o volume de serviços no Brasil cresceu 1,8% em setembro frente a agosto, revelou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação sem ajuste sazonal com setembro de 2019 houve queda de 7,2% na atividade do setor, recuo menor que o esperado pelos economistas. A mediana das projeções compilada no consenso Bloomberg apontava para retração de 7,8%.